sexta-feira, 15 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
fotogafia
Sinto saber que aquelas fotos
são apenas ilusão
de uma lembrança perpétua
de sentimentos puros e efêmeros.
Meu amor que ficou pra traz
já não lembra de mim.
Não me ve em seus sonhos e perdeu sua segurança
ao me passar sua guia, progida por Ewà.
Sou agora resposável
pela segurança de quem me segurou e amarrou.
-Teus olhos, meus olhos -os olhos- eles choram em meu punho
e Santa Luzia ampara essa emoção.
Nos guia
Nos proteje.
Ela com a nossa, eu com a tua e tu com a minha.
são apenas ilusão
de uma lembrança perpétua
de sentimentos puros e efêmeros.
Meu amor que ficou pra traz
já não lembra de mim.
Não me ve em seus sonhos e perdeu sua segurança
ao me passar sua guia, progida por Ewà.
Sou agora resposável
pela segurança de quem me segurou e amarrou.
-Teus olhos, meus olhos -os olhos- eles choram em meu punho
e Santa Luzia ampara essa emoção.
Nos guia
Nos proteje.
Ela com a nossa, eu com a tua e tu com a minha.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
se eu não voltar
Se para o ano
não me encontrares na promessa
já te preocupe não é festa
alguma coisa aconteceu
Jamais iria
me esquecer do meu compromisso
e já saiba que tudo isso
é muito sério para mim
Meu São Marçal
que esse ano me abençoou
e que firmou nosso amor
não ficaria sem a minha graça
Então
vens atrás de mim
me procure sim
saiba o que aconteceu
Mas não
deixes tua missão
que nosso santo é maior
do que meu pobre coração.
não me encontrares na promessa
já te preocupe não é festa
alguma coisa aconteceu
Jamais iria
me esquecer do meu compromisso
e já saiba que tudo isso
é muito sério para mim
Meu São Marçal
que esse ano me abençoou
e que firmou nosso amor
não ficaria sem a minha graça
Então
vens atrás de mim
me procure sim
saiba o que aconteceu
Mas não
deixes tua missão
que nosso santo é maior
do que meu pobre coração.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
huida

Um eclipse rolava em minha janela
e já quase partia, tão belo
e sem ao menos despedir-se.
Estava subindo, fugindo de minha vista cansada,
amargurada vista de poeira e solidão.
Vista cansada de ver, ouvido surdo por opção, fez bem ao não falar.
Foi quando eu chamei e ela ouviu,
nem sei porque ouviu, que minha voz já era tão falha,
exaurida de eternamente chamar
num vasto eco acústico estridente
da crina do cavalo à taquara rachada.
Num disse nada, nem eu disse, não dançou, não despiu-se,
mas me olhou. Olhou pra mim como se não visse o que todos teimavam em ver.
Me deu um banho de luz e anoiteci na noite que lua me propôs.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
acho que o povo perdeu mesmo a noção, não me excluo não, mas calma lá.
até onde vai sua estrada?
me agoniza até a alma esse fingir ser, essa vontade de querer aquilo que não é, sem deixar o movimento natural do sentir e querer, atropelado pelo olhar com despeito ao que nem se sabe se feliz é.
impurezas assumidas e ainda mascaradas, nada é puro senão a água vinda da fonte ou o sorriso de criança, até onde sei, e não me venha com ironias, cachaças ou puro creme do milho. pureza....
espontaneidade ensaiada por árduas horas sob um sol à pino.
mascaras de ferro que quando tiradas revelam aquele rosto de anos ser sem saber o que é, o que realmente é, leva tempo eu sei, se descobrir, mas como Picasso, pinto o que conheço, e não me faço de invenções.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
zum zum zum
cheque o chacoalho do chão
cheque o broche multicolor
é mangangá ganhando vida
que traquinagem de zebra
que pula a relva
num salto a selva
é esse tempo parado
que mexe folha
que quando cai é nostalgia.
cheque o broche multicolor
é mangangá ganhando vida
que traquinagem de zebra
que pula a relva
num salto a selva
é esse tempo parado
que mexe folha
que quando cai é nostalgia.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
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