quem na tranca é o melhor
não é melhor que S. Euclides.
pra ser querido, desse jeito,
la no morro do querosene,
só com os longos anos que acumulou
naquela velha camisa xadrez
meia manga, logo digo,
e ele foi um grande amigo
pois quando
na sinuca mata-mata
não ganhava, era apenas
quando queria fazer alegre
todo e qualquer oponente
e ganhar a dose de cafezinho
que há uns longos 5 minutos
não tomava com tanto prazer.
queima-se uma biblioteca.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Guaraci
Nunca tive cafetão
e vadiar é só o que faço.
Mas nem por isso, mangue d'eu.
Minha navalha, afio todo dia.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
já ouviu meu nome por aí?
quando amacio meu próprio ego
me recorrendo a antigas criações
quando mesmo evitando espelho no quarto
passo nas ruas com meus olhos colados aos vidros
sempre atenta ao excesso na largura
quando pergunto ao carinha do bar se já havia nessa vida
de mim ouvido falar
pro meu próprio bem, assim pensando, ainda como os pêssegos.
me recorrendo a antigas criações
quando mesmo evitando espelho no quarto
passo nas ruas com meus olhos colados aos vidros
sempre atenta ao excesso na largura
quando pergunto ao carinha do bar se já havia nessa vida
de mim ouvido falar
pro meu próprio bem, assim pensando, ainda como os pêssegos.
sábado, 8 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
reflexo
com todo cuidado pra água não cair do aquário, nossas almas, gemelas ,vão a galope no touro. mas sabe-se lá deus e a devida nossa senhora pra situação, onde esse touro vai parar.
talvez não pare. talvez.
acho que orion nos guia.
gostamos de vitrola, nina, simone, gil, jorge e jurubeba.
de alcachofra, selos, seios, flores, empanada, sabiás na madrugada e de poesias do tostes. poemas tostados.
gostamos de falar, resolver com a boca, resolver com a língua.
evitavos espelho no quarto
não gostamos, vai vendo, quando um dorme antes do outro.
eu não gosto de panquecas e ele, que ainda não aprendeu a gostar de Clarisse, não sabe tocar violão.
talvez não pare. talvez.
acho que orion nos guia.
gostamos de vitrola, nina, simone, gil, jorge e jurubeba.
de alcachofra, selos, seios, flores, empanada, sabiás na madrugada e de poesias do tostes. poemas tostados.
gostamos de falar, resolver com a boca, resolver com a língua.
evitavos espelho no quarto
não gostamos, vai vendo, quando um dorme antes do outro.
eu não gosto de panquecas e ele, que ainda não aprendeu a gostar de Clarisse, não sabe tocar violão.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
o sabiá - il tordo
il tordo che mi è svegliato ogni giorno
adesso dorme con me
e si sveglia solo quando chiamo.
"Vieni, tordo
Vieni a prendere una dolce goccia d'acqua
e mangi un po 'di mora."
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Ode às Andorinhas
é que no inverno eu sofro,
no inverno eu sinto dor.
enquanto não passa esse interno
meu amor não me quer,
sem amor
sin patia.
acho que é o porquê do frio
e assim são as contradições da vida.
então, Andorinha,
reconheço saudade
e também conforto,
e mesmo vindo de uma só
me traz ao menos esperança,
de que levarás minha tristeza às outras
que nos trarão o verão!
no inverno eu sinto dor.
enquanto não passa esse interno
meu amor não me quer,
sem amor
sin patia.
acho que é o porquê do frio
e assim são as contradições da vida.
então, Andorinha,
reconheço saudade
e também conforto,
e mesmo vindo de uma só
me traz ao menos esperança,
de que levarás minha tristeza às outras
que nos trarão o verão!
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