quarta-feira, 12 de abril de 2017
As gotas que se acumulam na parte inferior do cilindro de metal no corrimão do meu caminho, permitem que com a minha mão eu as traga comigo até que caiam no chão, seu destino final temporário. Minha mão escorrega no corrimão molhado e ele canta. Às vezes vêm junto as folhinhas de Flamboyant e essa sensação transforma o começo do outono em minha preferida época do ano.
Sonhei que amigos meus se prostituíam. Uma amiga do primeiro ano de faculdade e um cara que eu namorava no Rio há treze anos. Ambos super contentes. Eu ia lá na missão esquina com eles. O amigo fazia que nem fazem as travestis; batia uma pra ficar de Bauducco. Mas ele chagava no auge do tesão, não gozava, e a pica ficava mole. Ele dizia " agora mais dez minutos" e eu dizia "no meu tempo não era assim" e ele dizia "há treze anos eu era outro bocão" e todo mundo ria e se divertia. Mesmo estando de pau mole.
Meu amor morreu mas ainda o vejo subindo escadas.
Não dá mais tempo de amá-lo. Meu amor é morto, mas como Inês, posso tocar. Morreu d olhos abertos.
É agora o luto.
Sofro. Choro. Surto.
Sinto a falta dele. Seu colo, sua voz branda, atenta. Quero ele me dizendo "sim". Respondendo a todos o meus chamados.
Mas meu amor morreu e eu ainda o vejo em filas.
Eu levo flores. Eu não canso. Chamo por ele e vagueio na noite cinza.
Ainda tenho suas cartas e ainda é meu o seu caminho. Ah os dias que parecem não passar. Ah meu peito em chamas que nunca mais se permitiu. Ah quantas carícias espero desse amor morto.
Melancolia me visitou hoje. Me visitou ontem. Me visitou antes. Me visita sempre agora desde o dia em que partiu meu bem.
Ainda sinto nas costas o seu portão se fechando a elas. Vagueio.
Não dá mais tempo de amá-lo. Meu amor é morto, mas como Inês, posso tocar. Morreu d olhos abertos.
É agora o luto.
Sofro. Choro. Surto.
Sinto a falta dele. Seu colo, sua voz branda, atenta. Quero ele me dizendo "sim". Respondendo a todos o meus chamados.
Mas meu amor morreu e eu ainda o vejo em filas.
Eu levo flores. Eu não canso. Chamo por ele e vagueio na noite cinza.
Ainda tenho suas cartas e ainda é meu o seu caminho. Ah os dias que parecem não passar. Ah meu peito em chamas que nunca mais se permitiu. Ah quantas carícias espero desse amor morto.
Melancolia me visitou hoje. Me visitou ontem. Me visitou antes. Me visita sempre agora desde o dia em que partiu meu bem.
Ainda sinto nas costas o seu portão se fechando a elas. Vagueio.
segunda-feira, 3 de abril de 2017
estudo surreal.
Já é um suco que inventei nos erros normais. Normais em nossas vidas. São como construções linguísticas e não há quem as conte. Então não tenhamos medo de falar. O quê comunicamos? Nada. Segundo eu, não tem valor. Uma língua não serve só para comunicar. Agora andemos adiante.
Apoio os travestidos. escolhi para o meu grupo como nunca antes escolhi. É confuso quando aparecem muitos pronomes. Eles aparecem travestidos de vírgula no nosso pão. Apareceremos travestidos nós. É interessante mas não sei traduzir sem perder o senso. Algumas vezes têm umas vírgulas. O quê faz? O quê é "como"? Podemos dizer que ele afirma, assim como aparecem eles travestidos, os personagens que eles representam. Ele e seus colegas. Eles quem são? São os outros. Quem são os rapazes se mostram travestidos. Essa parte é confusa. São vestidos de marquesas ou de Frida por exemplo. Apareceremos travestidos nós. No nosso não. Transforma em nós o verbo. Ou ele/ela ou eles/elas. notaram que não está a confusão do verbo mas a confusão deles no senso. quando tem uma confusão, especifíque. Opinião presente no M. R. Afirma que assim como eles aparecem, desaparecem. Quem ainda não disse, diga. E assim continuamos.
Apoio os travestidos. escolhi para o meu grupo como nunca antes escolhi. É confuso quando aparecem muitos pronomes. Eles aparecem travestidos de vírgula no nosso pão. Apareceremos travestidos nós. É interessante mas não sei traduzir sem perder o senso. Algumas vezes têm umas vírgulas. O quê faz? O quê é "como"? Podemos dizer que ele afirma, assim como aparecem eles travestidos, os personagens que eles representam. Ele e seus colegas. Eles quem são? São os outros. Quem são os rapazes se mostram travestidos. Essa parte é confusa. São vestidos de marquesas ou de Frida por exemplo. Apareceremos travestidos nós. No nosso não. Transforma em nós o verbo. Ou ele/ela ou eles/elas. notaram que não está a confusão do verbo mas a confusão deles no senso. quando tem uma confusão, especifíque. Opinião presente no M. R. Afirma que assim como eles aparecem, desaparecem. Quem ainda não disse, diga. E assim continuamos.
quinta-feira, 23 de março de 2017
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